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Diário de Bordo Mangás #01: Apocalypse no Toride

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Olá a todos!
Bem, nesta nova parte da coluna, vamos comentar coisas novas. A intenção é falar sobre mangás com poucos volumes de autores razoavelmente desconhecidos.
Para começar bem, zumbis. Afinal, tá na moda.

Nome: Apocalypze no Toride
Demográfia: Shounen
Gêneros: Ação, Horror, Psicológico,
Vôlumes/capítulos disponíveis: 3 volumes
Sobre o que é: Um rapaz de sorte preso por assassinato que ele diz ser inocênte. Adicione um apocalipze zumbi.
O que lembra: I am a Hero (um pouco) e Shingeki no Kyoujin
O que esperar:  Muitas pausas, seguidas de um pensanto “Que merda é essa?”

Já vou começando dizendo que gostei muito de Apocalypse e me inspirei nele pra criar a coluna (não esperem uma vida muito longa dela então) apesar de ter seus problemas. Basicamente, estou fazendo propaganda não remunerada de mangás que gosto e espero fazer direito.

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Começando a falar do enredo, temos como básico o protagonista, um rapaz franzino acusado de assassinato indo para um reformátorio. Lá, ele conhece seus novos colegas de quarto. Enquanto ele é um bom menino, seus colegas são claramente marginais perigosos.
Enquanto isso, no lado de fora dos muros da prisão, começa um verdadeiro sinal dos fim dos tempos. Uma doença causa a morte rápidamente, deixa a vítima semi-viva, e aparentemente, mais umas coisinhas. Em pouco tempo, a “doença” chega para dentro do reformátorio, e então a estória começa pra valer.

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O mangá tem sim muitos pontos fortes, apesar de soar meio genérico de início. Um ritmo bem frenético, até dá a sensasão de que estão atropelando as coisas, mas é algo benéfico e torna a leitura fluída rápida. Existe também o uso constante de páginas duplas, aumenrando a tensão. Na verdade, momentos de tensão que o mangá brilha e podemos ver melhor a personalidade dos personagens. É bem isso que me fez continuar o mangá: a situações extremas em que são colocados os personagens. Vemos logo de cara quando uma pessoa fica em estado de pânico, tudo pode acontecer: ameaças e agressões precipitadas, quebras de limite fisico (tá, nada que seja realmente absurdo) e atos de heroísmo. É algo bem retratado, já que mostra os dois extremos da situação.

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A interação entre o grupo tambem eh boa, num sentido em que não, a amizade nao veio tão facíl assim. Ainda que exista algum sentimento de companherismo, a vontade de viver (ou de não se arriscar) fala mais alto. É um todos por todos e todos por si mesmos. Porém, vemos o poder da amizade ganhando força de uma maneira bem crível.

Ah, também ha muitos acontecimentos inesperados por parte dos zumbis. Eles não são do tipo padrão.  Existe todo um suspense em torno deles devido ao aparecimento de um personagem (?!) que eu quero muito ver avançar daqui pra frente. No mais, o seu “funcionamento” foi bem interessante (e sim, se você reclamava de zumbis correndo, esses aqui alcançam carros!)

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O que pode ser posto como problema é a certa falta de originalidade. Pode-se perceber esteriotipos nos personagens, apesar de que com 3 volumes estes já tiveram aprofundamento razoável (principalmente o protagonista, graças a Deus). Fora o traco, que mesmo funcionando pro gênero e usando execelentes âgunlos, tem muitos erros na anotomia.

Se os senhores estavam a procura de um shounen mais denso ou um bom mangá de zumbis, acredito que essa seja uma boa pedida.

PS: No dia da mulher, comento uma obra com NENHUMA personagem feminina importante. É sério, nenhuma mulher viva apareceu até agora, oh tristeza. Para onde foram as mulheres? É resistência do mangaka em por ecchi? Elas estão por trás de tudo desde o começo? Talvez um dia saibamos.

Sobre Jessi

Desenhando loucamente.

2 comentários em “Diário de Bordo Mangás #01: Apocalypse no Toride

  1. Adicionado para a lista. Mas assim que tipos de esteriótipos tem os personagens?

    • Bem, tem o forte caladão, tem o calculista, o loucão cabeludo e o protagonista loser. Não digo que são personagens desinteressantes, mas o uso dessas bases ficou meio gritante no começo.

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